A OMS divulgou recentemente um relatório alarmante: uma em cada seis pessoas no planeta sofre com solidão. Esse estado emocional não é apenas uma questão de bem-estar psicológico, mas está diretamente ligado ao aumento do risco de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e problemas cardíacos. Além disso, a solidão pode agravar quadros de depressão e ansiedade, contribuindo para a mortalidade precoce.
- 100 mortes por hora relacionadas à solidão e ao isolamento social.
- Mais de 871 mil óbitos por ano em escala global.
- 1 em cada 6 pessoas afetadas pela solidão, segundo a OMS.
- O risco de morte aumenta independentemente da condição física ou mental da pessoa.
Especialistas explicam que a solidão afeta o corpo de forma semelhante ao estresse crônico. O isolamento prolongado pode elevar níveis de cortisol, prejudicar o sistema imunológico e aumentar a inflamação no organismo. Isso cria terreno fértil para doenças graves e reduz a expectativa de vida. Em outras palavras, a solidão “mata fisicamente” ao agravar condições médicas já existentes.
O relatório da OMS enfatiza que conexões sociais fortes são um fator de proteção. Pessoas que cultivam relações saudáveis têm maior probabilidade de viver mais e melhor. A recomendação é que governos e sociedades invistam em políticas públicas que promovam integração comunitária, apoio psicológico e espaços de convivência.
A OMS alerta que combater a solidão deve ser tratado como prioridade global, assim como outras crises de saúde pública. Isso inclui:
- Programas de apoio comunitário.
- Incentivo a atividades coletivas e culturais.
- Políticas de inclusão digital para evitar que a tecnologia se torne um fator de isolamento.
Em resumo: a solidão não é apenas um sentimento, mas uma ameaça real à vida. Com 100 mortes por hora, ela se configura como uma epidemia silenciosa que exige atenção urgente de governos, profissionais de saúde e da sociedade como um todo.
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