Brasileira cria aparelho que acelera cicatrização de feridas em diabéticos e evita amputações.

Uma pesquisadora brasileira desenvolveu um aparelho inovador capaz de acelerar a cicatrização de feridas em pacientes diabéticos, reduzindo significativamente o risco de amputações. A tecnologia, fruto de anos de estudo em bioengenharia e saúde, utiliza estímulos controlados para ativar a regeneração celular e melhorar a circulação sanguínea na região afetada.
O diabetes é uma das principais causas de amputações no mundo. Estima-se que cerca de um quarto dos pacientes desenvolva úlceras nos pés ao longo da vida, e muitos enfrentam complicações graves devido à dificuldade de cicatrização. O novo dispositivo surge como uma alternativa promissora, oferecendo esperança para milhões de pessoas.

Nos testes iniciais, o aparelho demonstrou reduzir em até 50% o tempo de cicatrização, além de diminuir custos hospitalares e o tempo de internação. Por ser não invasivo, pode ser utilizado em clínicas e hospitais sem grandes adaptações.
A pesquisadora responsável afirma que o objetivo é democratizar o acesso ao tratamento, tornando-o disponível também no sistema público de saúde. O aparelho está em fase de registro na Anvisa e negociações já estão em andamento para produção em larga escala.
Se aprovado, o Brasil poderá se tornar referência mundial em tecnologias médicas voltadas para o tratamento de complicações do diabetes, colocando a inovação nacional em destaque no cenário científico e social.

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