Um oficial dos Estados Unidos afirmou neste sábado (3) que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado por tropas de elite das forças especiais norte-americanas. Poucas horas depois, o presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou a realização de um ataque militar em larga escala no território venezuelano.
Segundo Trump, Maduro e sua esposa foram retirados da Venezuela em uma operação conjunta com a Polícia dos EUA. “A ditadura chegou ao fim”, declarou o presidente em pronunciamento transmitido pela Casa Branca.

Explosões e colunas de fumaça preta foram registradas em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira por volta das 3h (horário de Brasília). Em resposta, a Administração Federal de Aviação (FAA) proibiu voos americanos no espaço aéreo venezuelano, citando riscos de segurança.
O governo venezuelano decretou emergência nacional e mobilizou planos de defesa. Em comunicado, autoridades de Caracas acusaram Washington de violar a soberania do país.
A intervenção militar foi condenada por Colômbia e Cuba, que classificaram a ação como “agressão externa”. Analistas lembram que o Pentágono já havia reforçado o contingente militar no Caribe nos últimos meses, em meio ao aumento das tensões diplomáticas.
Connecta Oeste — conectando você à informação de qualidade!

