A investigação sobre o estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, revelou novos detalhes chocantes sobre o comportamento dos suspeitos após o crime. De acordo com a Polícia Civil, um dos envolvidos chegou a pedir a outro jovem que levasse uma “amiga boa” para o apartamento logo depois da violência.
O crime ocorreu na noite de 31 de janeiro de 2026, dentro de um apartamento no bairro. Segundo as autoridades, a jovem foi atraída ao local e acabou sendo vítima de uma emboscada planejada, envolvendo quatro homens maiores de idade e um adolescente.
Durante a apuração do caso, a polícia analisou mensagens trocadas entre os suspeitos. Em uma delas, um dos envolvidos pede que um amigo leve outra garota para o local, usando a expressão “amiga boa”. A conversa ocorreu pouco tempo depois do estupro coletivo, o que reforça para os investigadores a frieza dos envolvidos.
Os investigadores classificaram o episódio como extremamente grave e apontam que houve planejamento para atrair a vítima ao apartamento.
De acordo com o depoimento da jovem e laudos periciais, ela sofreu violência sexual e agressões físicas, chegando à delegacia com lesões e sangramento. O exame de corpo de delito confirmou marcas compatíveis com o relato de agressões, incluindo socos e tapas.
A Polícia Civil indiciou quatro jovens, entre 18 e 19 anos, além de um adolescente de 17 anos que também teria participado do crime. A Justiça decretou a prisão preventiva dos adultos envolvidos, que já se tornaram réus e estão detidos.
O caso ganhou grande repercussão nacional pela brutalidade e pelas circunstâncias em que ocorreu, incluindo o fato de alguns suspeitos serem estudantes de instituições tradicionais do Rio de Janeiro.
As investigações seguem em andamento para esclarecer todos os detalhes da ação e a participação de cada um dos envolvidos.
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