Professor é preso na Bahia suspeito de abusar sexualmente de alunas em escola pública.

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Piripá, BA — Um professor de matemática de 48 anos foi preso nesta segunda-feira (2) no município de Piripá, no sudoeste da Bahia, sob a suspeita de cometer crimes sexuais contra cinco alunas adolescentes dentro da escola onde lecionava.

Segundo a Polícia Civil, a prisão ocorreu após o cumprimento de um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça local, no âmbito de uma investigação que durou vários meses.

As apurações começaram em setembro de 2025, depois que duas das alunas — com idades entre 12 e 13 anos — relataram à direção da escola episódios de abusos cometidos pelo docente enquanto ele dava aulas. Aos poucos, outras estudantes também denunciaram condutas semelhantes, segundo a polícia.

De acordo com a investigação, os possíveis crimes teriam acontecido dentro da unidade escolar, inclusive em locais como a sala de aula e até no banheiro dos professores, quando a docente exigia que as alunas fossem até ali sob diversos pretextos.

Ainda conforme as autoridades, alguns relatos mencionam “toques indevidos” nas partes íntimas das estudantes, por exemplo, durante atividades de correção de cadernos ou sob pretextos pedagógicos.

As vítimas formalizaram suas versões inicialmente na delegacia da cidade e, posteriormente, confirmaram os relatos em Depoimentos Especiais perante a Justiça em janeiro de 2026.

Diante da gravidade das acusações e para resguardar o andamento das investigações, o juiz responsável expediu o mandado de prisão preventiva, determinando também a realização de uma busca e apreensão na residência do suspeito.

Durante a operação, a polícia apreendeu o celular do professor, que será submetido à perícia para auxiliar na coleta de provas complementares.

O caso gerou comoção na comunidade escolar e entre familiares, levantando novamente debates sobre protocolos de proteção e vigilância em ambientes educacionais para evitar situações de abuso e garantir a segurança de crianças e adolescentes.

As acusações ainda estão sob investigação, e não foram divulgadas informações sobre a defesa do professor ou sobre seu posicionamento diante das denúncias.

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