AtlasIntel: Lula lidera corrida presidencial com 43,4%; Flávio Bolsonaro aparece com 33,7%.

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (31) mostra Lula na liderança no primeiro turno; Augusto Cury e Renan Santos aparecem tecnicamente próximos na terceira colocação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança da corrida pela Presidência da República no primeiro turno das eleições de 2026, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira (31). O levantamento aponta Lula com 43,4% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) registra 33,7%.

A diferença entre os dois principais nomes da disputa é de 9,7 pontos percentuais.

Na sequência, o levantamento mostra uma disputa mais equilibrada pela terceira posição. O escritor Augusto Cury (Avante) aparece com 7,8%, seguido de Renan Santos (Missão), com 7,6%.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) registra 3,3% das intenções de voto. Já Pablo Marçal (PRTB) aparece com 1,9%, enquanto Romeu Zema (Novo) tem 1%. Samara (UP) soma 0,9%.

Também aparecem no levantamento Rui Costa Pimenta (PCO) e Wilson Grassi (Democrata), com 0,1% cada. Votos brancos e nulos representam 0,1%, enquanto 0,2% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar.

A pesquisa Atlas/Bloomberg ouviu 5.014 pessoas entre os dias 25 e 30 de agosto de 2026. A margem de erro é de 1 ponto percentual para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07972/2026.

Os números reforçam a liderança de Lula na atual fotografia da disputa presidencial, enquanto Flávio Bolsonaro permanece como principal adversário no primeiro turno.

O desempenho de Augusto Cury também chama atenção, já que o candidato aparece próximo de Renan Santos na disputa pela terceira colocação, indicando uma competição mais acirrada entre os nomes que vêm atrás dos dois líderes.

Apesar dos resultados, a pesquisa representa apenas o cenário encontrado no período em que as entrevistas foram realizadas. Até a eleição, mudanças no quadro eleitoral, alianças, campanha, debates e exposição dos candidatos podem alterar as intenções de voto.

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